terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Do microchip à doença e vice-versa!

Antivírus é um saco. É necessário, mas um saco. Torna todas as operações mais lentas no computador, especialmente o recebimento e envio de emails.
O antivírus é tipo a camisinha, permite fazer com mais segurança algo que é necessário para as pessoas, mas quem já trabalhou sem sabe como é melhor.
Mas o que não dá pra entender é a lógica de atualização do antivírus. Todos os dias têm um novo arquivo pra fazer download. Logo será necessário um HD inteiro só pro antivírus e não vai ter mais nenhum arquivo para ser escaneado (com o perdão no estrangeirismo).

É o mesmo princípio utópico da medicina preventiva. Se todos os médicos conseguissem prevenir as doenças ficariam sem emprego. Seguindo esse raciocínio, existe uma teoria de que as empresas que desenvolvem os antivírus também são responsáveis por criar os vírus. Faz sentido! Provavelmente, diante da realidade de que estavam acabando com a sua própria sobrevivência fazendo um produto de qualidade, começaram a gerar demanda para seus produtos.

Diante disso, temos duas possibilidades:

1. As empresas de softwares antivírus são na verdade controladas por grandes corporações médicas e farmacêuticas que, diante de uma estratégia bem sucedida de prevenção, viram a iminência do desemprego e passaram a migrar o escopo de suas corporações para o mercado de informática. É mais do que uma simples coincidência. Não é à toa que o nome do software é antivírus, vem de uma terminologia médica.

2. Os profissionais das áreas de saúde também são responsáveis pela disseminação de doenças, valendo-se da mesma estratégia adotada pelas empresas de software antivírus para manterem-se no mercado. Uma excelente e bem-sucedida estratégia de benchmarking junto à indústria de informática.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Traduções Bizarras!

• Uma mulher dando tapinhas consecutivos na cabeça de outra pessoa, o tradicional “pedala Robinho”, no filme “Minha Super Ex-namorada”.
Fala: “Stop with that slapping thing!”
Tradução: “Pare com esses catiripapos!”

• Uma mensagem de esperança entre dois personagens de “Dawsons Creek”.
Fala: “Hope dies last!”
Tradução: “Espero que as mortes durem!”

• Mel Gibson torcendo para um jogador de basquete errar o arremesso no filme “Do que as Mulheres Gostam”.
Fala: “Miss! Miss!”
Tradução: “Moça! Moça!”